Quem pensava que o debate do dia 28 de setembro de 2014 realizado pela Record se resumiria às incoerências de Dilma, à paumolecência de Aécio, e ao disco arranhado de Marina e sua "nova política": enganou-se. Levy Fidelix roubou a cena com sua opinião. A repercussão desse "roubo" nas redes sociais nos confirma algumas coisas, no tocante à postura das militâncias esquerdistas que o assistiram: a sua previsibilidade e falta de senso de prioridades e de proporções.
Levy Fidelix respondeu à pergunta de Luciana Genro bem aos moldes bolsonaristas, sem quaisquer papas na língua. A expressão facial da senhora Genro demostrou sua surpresa com as sentenças frasais de Fidelix. Uma coisa os direitistas e esquerdistas têm que admitir: esse homem tem coragem, dizer o que ele disse e do modo que ele disse, não é brincadeira. Para muitos da direita, Fidelix "mitou"; para muitos da esquerda, ele se mostrou a própria encarnação do Führer. O fato é que as frases do candidato sobre o casamento gay foram o suficiente para que os militantes de esquerda, e até alguns de direita, justiça seja feita, negligenciassem afirmações verdadeiramente relevantes mencionadas no mesmo debate: o fato de morreram mais de 50.000 brasileiros por ano vítimas da violência; a entrada de drogas pelas fronteiras do país; e por último, não menos importante, até porque é a chave para compreendermos o que está acontecendo politico-economicamente no Brasil, o Foro de São Paulo.
Qualquer pessoa sensata ficaria indignada ao saber do número de brasileiros mortos a cada ano, ou pela destruição causada pelas drogas que chegam pelas fronteiras, ou pelos objetivos e membros, no mínimo, suspeitos do Foro de São Paulo. Porém, a militância vermelha e "rosa" das redes sociais parece que não.
Quando digo que estas são previsíveis me refiro ao fato de que na hora do debate, quando Fidelix terminou de responder ao questionamento sobre casamento gay, eu, e creio que muitos da direita, já sabíamos o que iria acontecer posteriormente nas redes sociais: a sua crucificação e o ofuscamento de todos os assuntos importantes tratados no debate. E quando digo que essas militâncias perderam o senso de prioridade e de proporções, deve-se ao fato óbvio delas tratarem questões secundárias como primárias, usando um peso para duas medidas, elemento clássico da esquerda brasileira.
O debate em questão deixou claro que, para as militâncias vermelha e "rosa", o que os outros fazem com o ânus e a elaboração leis favoráveis aos gays são coisas que merecem mais destaque do que resolver um problema que mata milhares de brasileiros: a violência.
P.S.: Sobre o destino de Levy Fidelix, a partir de então, de certo será perseguido pelas sombras da inquisição do malfazejo "Vaticano vermelho". Será como as Erínias perseguindo Orestes. Que comece o assassinato de reputação!
Levy Fidelix respondeu à pergunta de Luciana Genro bem aos moldes bolsonaristas, sem quaisquer papas na língua. A expressão facial da senhora Genro demostrou sua surpresa com as sentenças frasais de Fidelix. Uma coisa os direitistas e esquerdistas têm que admitir: esse homem tem coragem, dizer o que ele disse e do modo que ele disse, não é brincadeira. Para muitos da direita, Fidelix "mitou"; para muitos da esquerda, ele se mostrou a própria encarnação do Führer. O fato é que as frases do candidato sobre o casamento gay foram o suficiente para que os militantes de esquerda, e até alguns de direita, justiça seja feita, negligenciassem afirmações verdadeiramente relevantes mencionadas no mesmo debate: o fato de morreram mais de 50.000 brasileiros por ano vítimas da violência; a entrada de drogas pelas fronteiras do país; e por último, não menos importante, até porque é a chave para compreendermos o que está acontecendo politico-economicamente no Brasil, o Foro de São Paulo.
Qualquer pessoa sensata ficaria indignada ao saber do número de brasileiros mortos a cada ano, ou pela destruição causada pelas drogas que chegam pelas fronteiras, ou pelos objetivos e membros, no mínimo, suspeitos do Foro de São Paulo. Porém, a militância vermelha e "rosa" das redes sociais parece que não.
Quando digo que estas são previsíveis me refiro ao fato de que na hora do debate, quando Fidelix terminou de responder ao questionamento sobre casamento gay, eu, e creio que muitos da direita, já sabíamos o que iria acontecer posteriormente nas redes sociais: a sua crucificação e o ofuscamento de todos os assuntos importantes tratados no debate. E quando digo que essas militâncias perderam o senso de prioridade e de proporções, deve-se ao fato óbvio delas tratarem questões secundárias como primárias, usando um peso para duas medidas, elemento clássico da esquerda brasileira.
O debate em questão deixou claro que, para as militâncias vermelha e "rosa", o que os outros fazem com o ânus e a elaboração leis favoráveis aos gays são coisas que merecem mais destaque do que resolver um problema que mata milhares de brasileiros: a violência.
P.S.: Sobre o destino de Levy Fidelix, a partir de então, de certo será perseguido pelas sombras da inquisição do malfazejo "Vaticano vermelho". Será como as Erínias perseguindo Orestes. Que comece o assassinato de reputação!
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